terça-feira, 7 de dezembro de 2010

por pai João

pv1.jpgpv2.jpg
“Saiba, ó filho meu...
Que existiu uma época muito distante, em que o calendário não registrou nos anais da história da terra, um povo entre as diversas raças humanas que passaram, como estrelas espalhadas no firmamento, sábio e culto, filosófico e sonhador...
Sonhavam em retornar ao seu lar sidério, situado entre as estrelas da constelação do Cocheiro...
e por isso, os mais dotados espiritualmente, insistiam em olhar o céu e suspiravam de saudade...
A lua com seu raio argênteo, espraiava-se sobre as encostas setentrionais daquela região onde hoje se encontra Madagascar, há muitos e milhares de anos...
O homem sagrado bordejava a orla do mar, e em seu caminhar contemplava a imensidão dos astros notívagos e suspirava com seu olhar marejado, as constelações como se quisesse ler no misterioso livro do céu o futuro de seu povo...
Alto e esguio, de compleição delicada, olhos brilhantes e profundos, Nalmyskar, o sacerdote do templo de Obhaluayê perscrutava as conjunções do céu para compreender os vaticínios que chegaram através de seus sonhos, com relação aos acontecimentos prestes á desabar sobre seu país...
Com seu cajado na mão direita, permanecia de pé ao som do mar e á luz dos espaços infinitos, e assim permaneceu por longas horas, em contemplação silenciosa...
Revia o sonho e cada parte triste...o povo inteiro seria colocado á prova por desprezar a grande lei de zambi! E agora os Araxás através de seus sonhos anunciavam a grande tragédia que se abateria sobre todos como remissão dos pecados...
A sabedoria milenar há muito fora deturpada por sacerdotes corrompidos, que se deixaram levar pelos ouropéis e vaidades humanas, patrocinando verdadeiras orgias, descambando para a magia negra...
Triste sina de um povo que já foi a aurora de uma civilização grandiosa!
Muitos serão banidos, degredados, irão para longe de seus lares, como escravos de uma raça que não tardaria em surgir no horizonte, em busca de conquista e ouro.
Famílias inteiras separadas, genocídio, depravação e miséria seria o castigo deste povo orgulhoso e vingativo que ousou contrariar as leis sagradas dos Araxás...a sagrada lei de zambi!
Os grandes e brilhantes olhos do sacerdote derramavam copiosas lágrimas, vertidas de seu coração sincero, pois guardava as leis sagradas e vivia de acordo com os mais altos ensinamentos de sua escola de iniciação. Sabia que voltaria para seu lar sidério, para a sua amada estrela situada na constelação do Cocheiro, mas e o seu povo? Voltaria á vê-los? Aqueles que ficavam, que atraíram para si os olhos enérgicos dos Araxás?
Enquanto assim permanecia, não percebeu sublime Entidade postada á seu lado, que lhe observava com profundo amor e carinho.
Uma brisa fresca roçou seu rosto magro e escuro como ébano, e uma voz se fez ouvir, como que vinda da distância que ele mesmo contemplava da sua saudosa estrela...
“...Nalmyskar! o grande Zambi te abençoa através dos sagrados Araxás!
Trago-te a promessa de que, tão logo seu povo sinta o braço pesado e longo do carma, você retornará para cumprir missão junto aos teus mais caros afetos!
Numa terra que ainda está por ser descoberta, muito além mar, tu irás voltar para o seio do povo que tanto amas, e assim auxiliá-lo na difícil missão de retornarem aos braços de Zambi, através da dor e do sofrimento. Os Grande Senhores da Aumbhandhã, os Mestres da Luz Primaz ouviram tuas preces, abençoado sacerdote, pois que tu guardaste a lei de Zambi em seu coração!
Retornarás como Guia de uma futura religião que está para nascer nas terras do Cruzeiro do Sul,e inspirarás com teu exemplo de humildade os teus filhos deserdados...
Serás conhecido como Pai João do Congo por muitas gerações que te sucederão ao longo da jornada que ora se inicia em tua experiência íntima, e terás a alegria de ver voltar ao aprisco do amor de Zambi muitos de teus filhos desgarrados, que com teu amor, com tua dedicação e humildade irás inspirar aos dias melhores no futuro...
Por agora descansa, prepara teu espírito para as horas amargas que se abaterão, logo que a lua mude seu ciclo, para alertar mais uma vez teu povo das severas lições que lhe aguardam! Paz e Luz, Nalmyskar, abençoado dos Araxás!”
Com os olhos marejados, e profundamente emocionado, o velho sacerdote retornou a passos lentos em direção de sua aldeia, enquanto a lua, em seu zênite parecia compartilhar com a tristeza do velho ancião...
http://www.rbu.com.br/profile/andreribeiro672
Liga da Mulheres Umbandistas do Brasil

 Faculdade de Teologia Umbandista





http://www.ftu.org.b
r



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
Image du Blog virtuellife.centerblog.net
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES
TUBES ANGES


   
  
 
*“Amigos são como o vento...É impossível prendê-los entre as mãos..
.Eles as vezes tem outra direção,Um caminho que não é o nosso...
Amigos são como o vento...As vezes “furacão“, invadindo nossas vidas...
As vezes “brisa“, acariciando nossa alma.Amigos são como ventos...
As vezes perto, as vezes longe...Mas eternamente em nosso coração.“ 

Na Umbanda Todos São Iguais


 
No meio das atividades espirituais e materiais dos terreiros de Umbanda que pregam a igualdade, a
 fraternidade,
 o amor, um fato, dentre de muitos, nos chama à atenção. Por isso mesmo, merece uma análise mais profunda e
 esclarecedora por parte daqueles que querem ver a Umbanda mais forte e coesa. A Umbanda, assim como outros
 agrupamentos religiosos, é formada por pessoas das mais diferentes classes econômico-sociais e étnicas, que
formam
 o que se denomina de meio religioso intercorrente. Também é de conhecimento geral que, não obstante as
pessoas
 terem profissões ou ofícios diferentes, todos deverão estar ali, naquele espaço, imbuídas da mesma finalidade:
auxílio espiritual caritativo aos necessitados do corpo e da alma.Faz-se então necessário traçar uma linha divisória
 entre o status que algumas pessoas possam ter em sociedade e o trabalho espiritual exercido pelas mesmas.Todos,
independentemente dos títulos honoríficos ou profissionais que possam ter deverão estar irmanados com aqueles
 que não puderam alcançar um estágio intelectual ou cultural mais elevado, no sentido de juntos, poderem dar a
sua cota de contribuição em prol da Umbanda. Com muito pesar, observamos que algumas pessoas ainda julgam
 a existência da bondade e do altruísmo pela riqueza material ou intelectual que certos cidadãos detêm. Não que
 bens ou cultura sejam nocivos; muito pelo contrário, se bem utilizados, são de grande valia para o progresso da
 humanidade. Referimo-nos a pessoas e médiuns que tratam de maneira diferente abastados e pobres; que tratam
 com pompa os que possuem títulos, desprezando aqueles que possuem quando muito a primeira classe do antigo
 ginasial; que dão atenção e mantém diálogos somente com aqueles que têm automóvel novo e sucesso econômico,
 podendo pagar consultas e trabalhos.A soberba, a vaidade, o orgulho, a ganância, o egocentrismo e a ambição
doentia
não deixam ver a estas pessoas que o que importa na Umbanda é o SER, será dizer, ser honesto, ser dedicado à
 religião,
 ser simples, ser humilde, e não o TER, ter títulos profissionais, carrões último modelo, mansões suntuosas, e um belo
 saldo bancário. A mediunidade na Umbanda jamais poderá ser utilizada como ferramenta de projeção social, nem com
o meio de sucesso financeiro e pessoal. Devemos viver para a Umbanda e não da Umbanda. A Umbanda, esta elevada
religião, foi criada no plano astral trazendo como carro-chefe os espíritos de índios e negros, duas das raças mais
 martirizadas
 do globo terrestre, e que, em última análise, representam a humildade, a dignidade, a sinceridade e o alto grau de
 espiritualidade, sentimentos e virtudes ainda ausentes em muitos corações. Na Umbanda não há lugar para
 ostentações
 terrenas, não há lugar para títulos materiais, tanto para espíritos quanto para médiuns e assistentes. Na Umbanda não
se manifestam espíritos com o rótulo de "doutores" ou "mestres", mas sim os esforçados e trabalhadores Caboclos,
Pretos-Velhos,
 Exus, Crianças, Marinheiros, Baianos, Boiadeiros, etc., que, seguindo as diretrizes da espiritualidade superior,
 não
 medem esforços no sentido de auxiliarem os habitantes da Terra, encarnados e desencarnados, a progredirem
espiritualmente.Que esta simples dissertação possa de alguma forma contribuir para que alguns irmãos umbandistas,
ainda impressionados com títulos e posses terrenos, alcancem o verdadeiro sentido da palavra IGUALDADE, e assim
colaborem para que cada vez mais a Umbanda possa se tornar, não uma religião de ricos e pobres; de doutores e
 proletários,
mas sim uma religião de irmãos, unidos por laços de amor e fraternidade.
 
(autor desconhecido)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Trabalho de Yorima




Yorima o supervisor do desencarne.
A busca do Homem pela cura das doenças vem já desde a Idade Média, e com a pretensão de se tornar Deus, de experimentos através da Alquimia, na intenção de descobrir o elixir da vida eterna. Todavia, diante deste grande avanço científico devemos parar e refletir: pois, o homem chegou até a decifrar o código genético, mas não conseguiu ainda decifrar o código espiritual que é realmente o segredo para curar todos os males da humanidade. Mas infelizmente ou felizmente, deste segredo só Deus tem o código, fazendo os seres humanos de nosso planeta encarnar e desencarnarem num corpo de moléculas agregadas e perecíveis (corpo físico), quantas vezes forem necessárias a sua evolução. Já pensou se os homens tivessem esse poder? Certamente iriam elitizar só deixando nascer quem eles quisessem com um padrão embasado nos moldes dos ricos.

E são estes dois extremos, Encarne (vida física) e Desencarne (morte física). No estudo sobre a regência dos Sagrados Orixás, percebemos que Yorima ou Omulú recebeu de Deus a tarefa de supervisar como, O Orixá da Transformação esse processo referente à ao encarne e desencarne temos assim em yorubá > Omo = filho, Lu = Senhor. Omulú será, então, filho do Senhor Obaluayê ou para alguns, inclusive eu que o considero como o irmão de, não como filho.

Esta Grande Potência Astral Inteligente, quando relacionado à vida e à cura, por alguns recebe o nome de Yorima ou Obaluayê (em yorubá > Oba = rei, Lu = Senhor, Ayê = terra). Tem sob seu comando incontáveis legiões de espíritos que atuam nesta Irradiação ou Linha, trabalhadores do Grande Laboratório do Espaço e verdadeiros cientistas, médicos, enfermeiros etc., que ajudam a preparar os espíritos para uma nova encarnação, além de promoverem a cura das nossas doenças. Atuam também no plano físico, junto aos profissionais de saúde, trazendo o bálsamo necessário para o alívio das dores daqueles que sofrem. Em Umbanda-Esotérica Yorima é associado a Capricórnio e Aquário, como também a Saturno e Urano. Mas na visão da Umbanda-Astrológica, não percebo esse orixá ligado o similar apenas a essas forças e sim tenho por certo que essa Vibração pode ser percebida em outros pontos do mapa. Um exemplo disso é o a atuação dele através do signo de Virgem e da Casa 6. isso é possível não só porque esse signo rege a saúde, mas porque Urano um dos planetas identificados como Vibração Astral de Yorima é a Oitava Superior de Mercúrio, sendo este o regente natural da Casa 6 e de Virgem.
Yorima também pode ser identificado com o signo de Peixes e a Casa 12 sendo ambos pertencentes ao mesmo eixo da Casa 6 e do signo de Vigem. A partir daí podemos perceber a ação desse orixá, nos dois mundos (físico e espiritual), atuando não só na saúde física, mas também psicológica.
Nessa tarefa ele é também Guardião das Almas que ainda não se libertaram da matéria. Assim, na hora do desencarne, são eles, os falangeiros de Omulú, que vêm nos ajudar a desatar nossos fios de agregação astral-físico (cordão de prata, cordão fluídico), que ligam o corpo astral ao corpo material.

Os comandados de Omulú, dentre outras funções, são diretamente responsáveis pelos sítios pré e pós-morte física (hospitais, cemitérios, necrotérios); envolvendo estes lugares com poderoso Campo de Força Fluídico-Magnético, a fim de impedir que os vampiros astrais (kiumbas desqualificados) sorvam energias do duplo etérico, do tônus vital e do éter sanguíneo dos corpos físicos em vias de falecerem ou já falecidos.

A poderosa Irradiação ou Linha de Yorima/Omulú se faz representar aqui no plano terrestre, especificamente nos terreiros, nas formas fluídico-perispirituais que conhecemos ao contrário do que afirmam alguns poucos desinformados. São Caboclos (as), Pretos (as) - Velhos (as), Crianças e Exus que atuam nesta Linha, identificando-se como nomes tais como Preto-Velho Pai Benedito da Calunga Pequena; Caboclo do Cruzeiro das Almas; Tranca-Rua das Almas; e Mariazinha da Pedra Furada.

Ó bondoso Orixá Meu Cacurucai, bondoso Atotô, Traz um alívio ao filho que sofre, nos hospitais ou num leito de dor; Traz uma cura ao filho sofredor Oh! Zambi ilumina este teu Orixá Oh! Zambi abençoa este teu curador Seu bálsamo cura toda a enfermidade Ele traz a água da Tua bondade. Que essa água traga a saúde, física, mental e espiritual.
Era um velho muito velho, na frente da casa Ele tinha sanza, sanza e velame.
Velame no melunguê.

Saravá Omolu !!! Atotô

MENSAGENS DE UMBANDA


 


Cartas de Gandhara I

Ao professar a sua filosofia, advogar a sua causa, militar na sua religião, a criatura humana deverá viver cada dia de acordo com a doutrina que alberga em sua compreensão, sob pena de cometer heresia.

Acreditar por acreditar, mas divorciar-se do exemplo a ser vivido é puro farisaísmo.
Não há religião superior á outra, não há verdade superior á outra.
Não há doutrina superior á outras doutrinas.
O neófito que inicia seu caminho no rumo das expansões consciênciais, quando não tem por perto dos seus estudos e práticas espirituais, o Instrutor abalizado na experiência, perde-se em conjecturas vazias.

Não se pode perder de vista que as religiões sempre foram estágios para as consciências que trafegam na experiência do despertar, e que cada época trouxe seu Avatar, seu Líder religioso, seu Pensador, e assim a egrégora mental planetária se transforma sempre na direção das ascensões, impulsionando a coletividade, quer sejam de encarnados ou desencarnados, pois que as almas sempre se repetem nas viagens entre os diversos educandários na busca infatigável de aprimorarem-se e sublimarem-se através da provas individuais e coletivas.

Seria uma agressão ir até o jardim de infância e exigir que os infantes ali estagiários assumam as lições da escolástica universitária. E não é a missão do educador espiritual converter as consciências, que se demoram a compreender a convergência espiritual que se processa hoje à luz do dia.

Não faz parte da missão do Manú-Semente converter as raças e migrá-las para outras religiões... Natura non facit saltum!
O que se quer compreender, é que o homem se torne melhor na religião que abraçou.
Se for budista, que viva em si mesmo os exemplos de Sidharta Gautama.
Se for cristão, que se apóie nas práticas de Jesus, e viva Seu evangelho de luz.
Se for hinduísta, que medite nas ilações dos Vedas Sagrados, e pratiquem ahimsa.
Se for xintoísta, que exercite as virtudes morais de seus códigos de condutas.
Se for espiritista, que eduque-se, vivenciando as práticas kardecistas.
Se for umbandista, que viva o seu dia á dia de acordo com as vibrações salutares de seus Orixás.
Se for evangélico, adventista, batista, salvacionista, maçon, rosa-cruz, ou ateísta, que seja um exemplo de ser humano, esforçando-se no sentido de tornar melhor a sociedade, através do respeito e cordialidade, fraternidade e solidariedade, com humildade.
Que importa se estamos no pagode, na igreja, no templo, no centro espírita, no terreiro, no ashram, no monastério, na loja, no eremitério, quando nossa alma unificada em vibrações de simpatia universal busca o Mesmo e Único Deus Imanente, Transcendente, Onisciente?
Que importância tem para as Divindades a nossa religião, se elas, as Entidades de Luz são puro amor, e não são à favor do separatismo doentio dos homens?
Todas as religiões vieram da mesma Fonte, mas em épocas diferentes, conforme a maturidade dos homens.
Mahavir, Zarathrusta, Maomé, Gandhi, Jesus, Krishna, Buda, Zoroastro, Confúcio, Lao Tse, ou Caboclo das Sete Encruzilhadas, são todos Irmãos nossos, cuja origem se perde na noite profunda do cosmos, e todos vieram cumprir uma missão especial em favor de nosso entendimento espiritual, nos proporcionando abranger o horizonte do conhecimento oculto, cada um em sua época e de acordo com o nível de evolução das raças.
Todos Eles foram humildes.
Todos Eles ensinaram o perdão.
Todos Eles estimularam a virtude do Amor incondicional.
Todos Eles incentivaram a paz.
Todos Eles insistiram em nos chamar de irmãos.
Por quê então o orgulho, a vaidade, a arrogância, a prepotência, o desprezo, a presunção?
Quais destes Mestres nos ensinou a sermos mesquinhos?
Irmãos meus, amigos meus, “Nihil sub sole novum...”
Ainda que venham outras e novas doutrinas, trazidas da Fonte dos Avatares, a nossa urgente necessidade de todos os tempos é tão antiga quanto O Pai Celestial, porém não é um mistério. O “amavi-vos uns aos outros” eternizado por Jesus Cristo deve ser sempre a flâmula a tremular no céu de nossas consciências! Deve ser sempre o grito divino ecoando em nossos corações, á nos convocar para a re-união e para a convergência planetária, sem importar a nossa visão fragmentada da verdade, e sem nos excluir por causa de diferenças religiosas.
Estamos a favor da causa maior, operando em nome de Deus? Ou estamos usando a religião como um trampolim da nossa vaidade e do nosso orgulho, a fim de projetarmo-nos aos olhos da sociedade?
E se somos agredidos, mesmo dentro de nossos templos, igrejas, ou terreiros, por adversários, visíveis e invisíveis, se sofremos ataques de Entidades trevósas dentro dos limites de nosso espaço sagrado, é por que talvez nossas atitudes não estejam de acordo com os nossos esclarecimentos. Talvez nossas atitudes e nossos comportamentos não estejam em sintonia com os nossos guias. Talvez nossos atos e pensamentos, nossos vícios e inclinações estejam muito aquém dos níveis basilares que nos devemos manter, a fim de suportar a nossa missão e o nosso trabalho como espiritualistas.
Meditemos profundamente.
Invoquemos a Santa Presença, que nos orienta e inspira sempre quando somos honestos conosco mesmos.
E nunca percamos de vista, que o sucesso de nosso trabalho e de nossa missão, por humilde que seja, está em relação direta com a retidão de nosso caráter; está em sintonia com as vibrações de nossos corações. Paz e Luz!
Salve a Sagrada Corrente das Santas Almas do Cruzeiro Divino!
Salve a Corrente Astral de Umbanda!
Om Shanti Om!
Aranauam!
Saravá fraterno!
Gandharananda Shanti.